DF >>Policiais civis fazem assembleia à tarde para decidir novas manifestações
Após a greve ter sido considerada ilegal pelo Supremo Tribunal Federal, os policiais civis que atuam no Distrito Federal fazem uma assembleia geral às 15h desta terça-feira (22/11). O encontro será realizado na Avenida das Bandeiras, em frente ao Congresso Nacional. Por determinação judicial, a categoria deixou 70% do efetivo trabalhando normalmente. A greve já dura 33 dias.
O vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF), Luciano Marinho, informou que a área jurídica da entidade está analisando o caso para definir as medidas a serem tomadas na tentativa de reverter essa decisão da Justiça. "Vamos discutir novos rumos. Não podemos seguir com a greve, então vamos pensar uma nova forma de fazer nossas manifestações", disse.
A categoria reivindica um acordo firmado entre a Polícia Civil e o GDF em abril deste ano, que inclui aumento do efetivo, plano de saúde e reposição da inflação. Além disso, exige a edição e a publicação do decreto de progressão, que prevê crescimento natural da folha de pagamento e deve atingir mais de 700 homens. "No total, reinvindicamos sete pontos, acordados no início do ano. No entanto, o GDF [Governo do Distrito Federal] só apresentou duas propostas, mas cumpriu uma", disse. Ele contou ainda que a avaliação geral do sindicato em relação à greve é boa. "O movimento é forte, coeso e a categoria sabe o que quer e como exigir", completou.
Por fim, o vice-presidente do Sinpol-DF afirmou que a categoria foi chamada para negociar com o secretário de Administração Pública do DF, Vilmar Lacerda. "Vamos nos encontrar com ele às 11h. Até agora, o governo tem sido, no mínimo, irresponsável com a categoria. O GDF só cumpriu mesmo o pagamento de passivos, que são as dívidas do Estado com os servidores", disse.
Por meio da assessoria de imprensa, a Secretaria de Administração Pública do DF informou que propostas foram apresentadas à categoria na última semana. Além disso, afirmou que o titular Vilmar Lacerda procurou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para discutir as reivindicações dos policiais.
O vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF), Luciano Marinho, informou que a área jurídica da entidade está analisando o caso para definir as medidas a serem tomadas na tentativa de reverter essa decisão da Justiça. "Vamos discutir novos rumos. Não podemos seguir com a greve, então vamos pensar uma nova forma de fazer nossas manifestações", disse.
A categoria reivindica um acordo firmado entre a Polícia Civil e o GDF em abril deste ano, que inclui aumento do efetivo, plano de saúde e reposição da inflação. Além disso, exige a edição e a publicação do decreto de progressão, que prevê crescimento natural da folha de pagamento e deve atingir mais de 700 homens. "No total, reinvindicamos sete pontos, acordados no início do ano. No entanto, o GDF [Governo do Distrito Federal] só apresentou duas propostas, mas cumpriu uma", disse. Ele contou ainda que a avaliação geral do sindicato em relação à greve é boa. "O movimento é forte, coeso e a categoria sabe o que quer e como exigir", completou.
Por fim, o vice-presidente do Sinpol-DF afirmou que a categoria foi chamada para negociar com o secretário de Administração Pública do DF, Vilmar Lacerda. "Vamos nos encontrar com ele às 11h. Até agora, o governo tem sido, no mínimo, irresponsável com a categoria. O GDF só cumpriu mesmo o pagamento de passivos, que são as dívidas do Estado com os servidores", disse.
Por meio da assessoria de imprensa, a Secretaria de Administração Pública do DF informou que propostas foram apresentadas à categoria na última semana. Além disso, afirmou que o titular Vilmar Lacerda procurou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para discutir as reivindicações dos policiais.
Fonte: Correio Braziliense
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