AIDS AINDA É AMEAÇA PARA QUEM MORA NO DF
O gerente de DST/Aids, Luiz Fernando Marques, disse, hoje de manhã, que são registrados 430 casos por ano
430 casos de HIV são registrados por ano
Número de contaminação do vírus se estabilizou desde 2006. Incidência é maior entre jovens do sexo masculino
Foto: BritoLuiz Fernando Marques e a enfermeira Leidijany Paz apresentaram balanço sobre o quadro de contaminação da doença na capital
Uma média de 430 casos é identificada por ano no Distrito Federal, conforme os números da Gerência de DST/Aids da Secretaria de Saúde. Apesar de ainda apresentar altos índices na quantidade de pessoas contaminadas com o vírus HIV, o Distrito Federal está com os números de casos estabilizados desde 2006 e a expectativa é que ao longo dos anos ocorra uma queda nesse quantitativo.
De acordo com Luiz Fernando Marques, gerente de DST/Aids, entre o número de registro anual, a maior incidência ocorre entre jovens de 13 a 24 anos, sendo a maioria do sexo masculino, principalmente homossexuais e bissexuais. A outra grande incidência também ocorre com profissionais do sexo e usuários de drogas com a mesma faixa etária e em 80% destes casos a contaminação se dá por meio sexual. No ranking, o DF aparece no 12º lugar como unidade federada (comparada aos Estados). Comparada com as capitais, o DF fica em 26º lugar.
Atualmente, 63% das pessoas contaminadas são atendidas na Unidade Mista da Asa Sul, localizado na 508/509. Há oito locais que atendem os portadores, localizados no Gama, Sobradinho, Taguatinga, Ceilândia, Guará, dois no Plano Piloto e no Hospital Universitário de Brasília (HUB).
Segundo a enfermeira Leidijany Paz, um dos grandes desafios do DF é melhorar a atenção dada às grávidas, pois a atenção ainda é primária e em 2010 ocorreu cinco casos de contaminação vertical. Atualmente, 80% das grávidas conseguem realizar todos os testes de HIV e DST durante o pré-natal, a meta é conseguir atender a todas. Houve uma grande queda na mortalidade de portadores do HIV por conta do tratamento disponibilizado no Sistema Único de Saúde (SUS).
Fonte: Jornal Coletivo
Foto: BritoLuiz Fernando Marques e a enfermeira Leidijany Paz apresentaram balanço sobre o quadro de contaminação da doença na capital
De acordo com Luiz Fernando Marques, gerente de DST/Aids, entre o número de registro anual, a maior incidência ocorre entre jovens de 13 a 24 anos, sendo a maioria do sexo masculino, principalmente homossexuais e bissexuais. A outra grande incidência também ocorre com profissionais do sexo e usuários de drogas com a mesma faixa etária e em 80% destes casos a contaminação se dá por meio sexual. No ranking, o DF aparece no 12º lugar como unidade federada (comparada aos Estados). Comparada com as capitais, o DF fica em 26º lugar.
Atualmente, 63% das pessoas contaminadas são atendidas na Unidade Mista da Asa Sul, localizado na 508/509. Há oito locais que atendem os portadores, localizados no Gama, Sobradinho, Taguatinga, Ceilândia, Guará, dois no Plano Piloto e no Hospital Universitário de Brasília (HUB).
Segundo a enfermeira Leidijany Paz, um dos grandes desafios do DF é melhorar a atenção dada às grávidas, pois a atenção ainda é primária e em 2010 ocorreu cinco casos de contaminação vertical. Atualmente, 80% das grávidas conseguem realizar todos os testes de HIV e DST durante o pré-natal, a meta é conseguir atender a todas. Houve uma grande queda na mortalidade de portadores do HIV por conta do tratamento disponibilizado no Sistema Único de Saúde (SUS).
Fonte: Jornal Coletivo
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