Data do sistema
 
Página inicial   Faça do Jornal a sua Página inicial
 
Favoritos   Adicione o Jornal aos favoritos
Ãrea restrita



Estatísticas
mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje181
mod_vvisit_counterOntem233
mod_vvisit_counterEsta Semana1386
mod_vvisit_counterEste mês4627
mod_vvisit_counterTodo período78511

ONU apela para que comunidade internacional mantenha apoio ao Haiti


O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, homenageou as mais de 200 mil pessoas que morrereram no terremoto do Haiti há dois anos. Para ele, é fundamental que a comunidade internacional mantenha o apoio econômico e financeiro ao país, pois a reconstrução ainda é um desafio para as autoridades haitianas, que enfrentam uma epidemia de cólera.

No próximo dia 1º, a presidenta Dilma Rousseff estará em Porto Príncipe, capital haitiana. Na ocasião, ela pretende intensificar a cooperação brasileira ampliando as parcerias nas áreas de saúde – em conjunto com Cuba –, agricultura, capacitação profissional e o apoio à construção da usina hidrelétrica sobre o Rio Artibonite, no Sul do país.

Ban Ki-moon ressaltou os “importantes esforços†obtidos nos últimos dois anos para a reconstrução do país. Mas destacou, porém, que ainda há muitos haitianos que necessitam de ajuda internacional. “Por isso, faço novamente um apelo à comunidade internacional para manter esse apoio vital [ao Haiti]â€, disse.

Ontem (11), Ban Ki-moon conversou com o presidente do Haiti, Michel Martelly. Por telefone, ele reiterou o compromisso da Organização das Nações Unidas (ONU) em continuar acompanhando o povo haitiano para um futuro “próspero e seguroâ€.


Em 12 de janeiro de 2010 um terremoto de 7 pontos na escala de Richter afetou o Haiti. O país mais pobre das Américas foi brutalmente atingindo. Aproximadamente 220 mil pessoas morreram – inclusive brasileiros –, 310 mil ficaram feridas e pelo menos 1,5 milhão foram afetadas.

A comunidade internacional se preocupa porque dois anos depois, cerca de 500 mil pessoas vivem em campos de refugiados, 4,5 milhões sofrem com a escassez de alimentos e 60% da população estão sem trabalho, de acordo com as agências humanitárias da ONU.
Fonte: Agência Brasília
 
Edição Atual
miniatura
Enquete
O que você achou do nosso novo site?