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Professores podem fazer greve

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Professores do DF aprovam indicativo e querem negociar

Sinpro-DF informou que proposta do GDF, de aumento de 5%, é insuficiente

 

Quase quatro mil professores compareceram, na manhã de hoje à assembleia organizada pela entidade sindical. Paralisação geral da classe pode ser deflagrada no próximo dia 13Foto: Sandro AraújoQuase quatro mil professores compareceram, na manhã de hoje à assembleia organizada pela entidade sindical. Paralisação geral da classe pode ser deflagrada no próximo dia 13

Os professores da rede pública de ensino do DF aprovaram indicativo de greve, e agendaram nova assembleia para o próximo dia 13, com a deflagração de movimento paredista, caso não haja acordo entre trabalhadores e o governo. A classe reivindica reajuste salarial de 13,83% e outros benefícios. A decisão foi tomada por quase quatro mil servidores da Educação, que compareceram hoje à assembleia realizada no estacionamento do Mané Garrincha.


A proposta do governo é considerada insuficiente pelos trabalhadores, com reajuste de 5%, implementação de plano de saúde em 2012 e concessão de auxílio alimentação na segunda quinzena de maio, além de instalação de grupo de trabalho conjunto com o Sindicato dos Professores (Sinpro-DF) para discutir a reestruturação da carreira.


“O GDF tem condições de atender nosso pleito. O próprio governador (Agnelo Queiroz), quando era candidato, se comprometeu com esse percentual e outros benefícios. Hoje, depois de eleito, ele quer nos dar 5%. Somos a categoria de nível superior com o pior salário dentro do GDF. Os professores precisam ser reconhecidos”, bradou a diretora do Sinpro-DF, Bernadete Diniz.


A diretora de imprensa do sindicato, Roselene Correia, disse que o ponto central da pauta é o aumento salarial. “É o início da recuperação do nosso salário. A gente vive há muitos anos em desvantagem das categorias de nível superior. Por isso entendemos que esse reajuste é fundamental para dar início a essa recuperação”, avaliou.

 

Fonte: Jornal Coletivo/ Da Redação Kátia Oliveira

         

 
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